Você já foi à nutricionista, já tentou academia, já fez mais de uma dieta. E os resultados sempre chegam até certo ponto e regridem. Se isso acontece de forma repetida, existe uma grande chance de que o problema não seja nem a dieta nem o treino. É a cabeça.
O que são gatilhos emocionais alimentares
Gatilhos emocionais são situações, sentimentos ou pensamentos que levam a comportamentos alimentares automáticos. Estresse que vira vontade de comer doce. Ansiedade que se transforma em beliscar sem fome. Esses padrões criam um ciclo: come por emoção, sente culpa, come mais para aliviar a culpa, sente mais culpa. E o emagrecimento fica preso nesse ciclo.
Como a psicóloga atua dentro do Método GFIT
No GFIT, a psicóloga faz parte do programa desde o início. Não é recurso opcional. O trabalho inclui identificar os gatilhos específicos de cada aluna, trabalhar a relação com o corpo e a autoimagem, desenvolver estratégias para situações de risco como festas e viagens, sessões individuais e live sobre pensamentos sabotadores com o grupo.
Por que isso muda tudo
Quando você entende por que come em excesso em determinadas situações, consegue criar respostas diferentes antes de agir no automático. O comportamento muda porque o padrão por baixo muda. Não é sobre ter mais força de vontade. É sobre entender o que está por trás.
Resultados que vão além do peso
Alunas do Método GFIT relatam melhor relação com a comida, menos culpa, mais autoestima e uma sensação de paz com o próprio corpo que não sentiam há anos. “Meu maior resultado foi mental.” Isso é o que as alunas dizem. É exatamente o que a psicologia torna possível. E a Gabriela está no WhatsApp todos os dias para acompanhar esse processo de perto.

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